O Lago dos cisnes no Theatro Municipal

18.10.2017

 

Mais famoso dos balés românticos, “O Lago dos cisnes” será apresentado no Theatro Municipal do Rio de Janeiro – vinculado à Secretaria de Estado de Cultura – pelo Ballet e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal nos dias 29 de outubro e 5 de novembro às 17h; além de 31 de outubro e 1, 3, e 8 de novembro às 20h. Com música de Piotr Tchaikovsky, a montagem é uma versão coreográfica de Yelena Pankova, criada especialmente para o Ballet do Theatro Municipal, em 2006, e que teve como base a criação original dos coreógrafos Marius Petipa e Lev Ivanov. O Ballet do TM tem direção artística de Ana Botafogo e de Cecília Kerche. Na regência, o maestro titular da OSTM, Tobias Volkmann. A produção conta ainda com a participação de alunos da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa. A essa montagem consagrada de “O Lago dos cisnes”, acrescentamos um novo desenho de luz, criado pelo premiado Fabio Retti.

 

“O Lago dos cisnes” é Considerado um divisor de águas na história do balé clássico, por trazer uma série de inovações ao gênero. Esse balé fez sua estreia em 1877, com coreografia de Julius Reisinger, para o Teatro Bolshoi de Moscou. Apesar da beleza da música de Tchaikovsky, a temporada foi um fracasso, acentuado pelo fraco desempenho da protagonista, Pelageya Karpakova. Somente em 1895, dois anos após o falecimento do compositor russo, o balé ganharia uma nova versão consagradora. Em 1894 – quando outros balés com música de Tchaikovsky já eram sucesso, como “A Bela Adormecida”, de 1890, e “O Quebra-Nozes”, de 1892 –, o príncipe Ivan Alexandrovich, diretor do Teatro Mariinsky de São Petersburgo, decide prestar-lhe uma homenagem com uma nova versão de “O Lago dos cisnes”, apresentando apenas o segundo ato com coreografia de Lev Ivanov. Um ano depois, o balé ganha uma nova versão completa, mantendo o segundo ato coreografado por Ivanov, que é responsável também pelo bailado do quarto ato. Essa versão, que tornou a obra célebre, conta também com coreografia de Marius Petipa para o primeiro e terceiro atos. Desde então, esse balé tornou-se um dos mais populares balés do repertório clássico.

 

André Heller-Lopes, diretor Artístico do Theatro Municipal, destaca: "Nessa temporada, as mulheres estão no centro da nossa programação: suas paixões e suas dores, seus sonhos e sua tragédias. Depois do sucesso de “Carmina Burana”, nada melhor do que a história de dois cisnes, dois lados de uma mesma ‘mulher’ para o primeiro grande balé clássico de 2017". Nas palavras de Ana Botafogo,  "O Lago dos cisnes - das multidões. Há mais de cem anos encantando gerações! É o balé mais popular de todos os tempos. " A temporada deste balé conta com Patrocínio Ouro Petrobras e Patrocínio Prata Eletrobras.

 

Para Cecilia Kerche, esse é um balé fundamental : "O Lago dos cisnes é um balé emblemático para minha carreira. A primeira vez que dancei a versão completa aqui no Theatro Municipal foi em 1988, remontado por Eugenia Feodorava. Foi uma experiência extraordinária poder fazer parte desse balé, remontado pela primeira vez aqui no Brasil ainda na década de 50. Na época da minha estreia, dancei com Francisco Timbó, primeiro bailarino do Balé do Theatro Municipal, e também com Jorge Esquivel, primeiro bailarino do Ballet Nacional de Cuba. Fazer essas personagens, Odette e Odille, é o sonho de toda bailarina. A versão que voltamos a apresentar aqui esse ano é uma versão feita exclusivamente para o Theatro Municipal do Rio de Janeiro em 2006 por Yelena Pankova. Tive também a sorte de dançar na estreia desta versão e ter feito parte desse momento especial pro TM é um motivo de orgulho imenso pra mim. Foi também com a versão de Pankova que me despedi de O Lago dos cisnes, em uma apresentação em Joinville em 2008. Um momento muito delicado pra mim, que guardo com muito amor.  Sou apaixonada por esse balé, e agora mais ainda, por toda a experiêcia que adquiri dançando ao longo desses anos. Hoje eu me transporto para o corpo de outros bailarinos, os quais estamos ensaiando para essa temporada. Assim, continuo dançando, no corpo deles."

 

Um Balé Inovador

Não foi a toa que o balé "O Lago dos cisnes" tornou-se tão emblemático para a dança clássica.  Ele foi responsável por uma série de inovações que foram efetivamente responsáveis pela consolidação do gênero como hoje o conhecemos. Entre essas inovações, podemos destacar o fato de que esse balé imprimiu maior lirismo e virtuosismo ao papel feminino, que exige da intérprete um exímio domínio da técnica aliado a uma alta capacidade interpretativa, apoiada principalmente no fato de que a mesma bailarina deve representar o Cisne Branco e o Negro. Trata-se de dois papeis com características quase opostas, o que impõe à solista interpretações ao mesmo tempo tão divergentes quanto contrastantes – lirismo e suavidade, quando representa Odette,  magnetismo e fascinação provocativa, ao personificar Odile. Além disso, Por ser um balé de grande habilidade técnica, houve necessidade de reformular os figurinos utilizados até então, onde imperavam as saias compridas, sendo criados pela primeira vez os tutus curtos (chamados tutus bandeja), que possibilitam maior leveza e flexibilidade. Também foi em "O Lago dos cisnes" que pela primeira vez na dança clássica foram executados os 32 fouettés seguidos (no pas de deux do terceiro ato –Cisne Negro ) movimento que requer extrema maestria da intérprete e que, a partir daí, passa a integrar a coreografia da obra, como requisito obrigatório às aspirantes ao papel.  A primeira bailarina a conquistar esse desafio foi a italiana Pierina Legnani. Em nossa temporada, ele caberá à primeira bailarina Claudia Mota e à solista Mel Oliveira.

 

Entretanto, esse não é um balé desafiador apenas para seus solistas. O corpo de baile em O Lago dos cisnes tem também um papel fundamental. Uma das marcas da genialidade de Ivanov está justamente no fato de ele utilizar o conjunto não apenas como elemento decorativo, mas como parte fundamental de seu balé, com grande importância dramática. Vemos o corpo de baile refletir a tristeza de Odette, dando profundidade a seus sentimentos. 

 

 

SINOPSE

 

Prólogo

A Princesa Odette, de beleza ímpar, passeia distraidamente, quando é capturada e enfeitiçada pelo cruel bruxo Von Rothbart, que a transforma num belo cisne.

Primeiro Ato – Jardins do castelo.

 

O Príncipe Siegfried e seu “bouffon” predileto comemoram a maioridade do jovem nobre junto a amigos e convidados. O clima de alegria e descontração de todos é interrompido com a chegada da mãe de Siegfried e suas damas. A rainha mãe presenteia o filho com uma arma de caça, e o adverte de que a maioridade significa transformar-se em homem adulto e responsável. Lembra ainda que, na noite seguinte, Siegfried deverá escolher uma noiva para desposar, tornando-se o rei tão esperado por seus súditos. A escolha será feita durante o baile em sua homenagem, que terá lugar no castelo. Embora apreensivo, o príncipe entrega-se novamente à companhia dos convidados e à alegria dos festejos. 

 

Com a chegada da noite, Siegfried fica sozinho. A angústia invade o jovem. Uma voz interior lhe diz que algo importante está para transformar sua vida. Um bando de cisnes brancos cruza os céus em revoada. Siegfried parte em direção ao lago para caçar.

 

Segundo Ato – Um lago na floresta

Em busca dos delicados cisnes, Siegfried se aproxima do lago e vê um belíssimo cisne branco.  Prepara-se para atirar. Subitamente, o pássaro se transforma na mais linda jovem que já vira: Odette, a rainha dos cisnes. Assustada, Odette tenta escapar mas Siegfried a detém. A mais preciosa criatura de Rothbart narra então ao Príncipe o encantamento de que foi vítima juntamente com suas amigas: condenadas a viverem como cisnes de dia, resgatando a forma humana apenas entre a meia-noite e a aurora.  Somente um amor puro e verdadeiro será capaz de libertar Odette e suas amigas do malefício do tirano feiticeiro.

 

Enlevado por sua beleza, Siegfried logo compreende que a bela e triste Odette é o grande amor que tanto esperava um dia conhecer. Odette imagina ter encontrado seu salvador mas, temendo os poderes de Rothbart, foge para reunir-se aos cisnes. O casal volta a se encontrar e Siegfried jura amor fiel e eterno. Apaixonados, eles prometem se unir. Com a aurora, as jovens se transformam novamente em cisnes.  Odette e Siegfried se despedem.

 

Terceiro Ato – O baile no castelo

Na festa de seu aniversário, Siegfried deve escolher uma noiva entre as lindas donzelas presentes. Nenhuma das jovens atrai sua atenção. O Príncipe pensa, unicamente, em Odette e em seu juramento de amor eterno e fiel. Subitamente, Rothbart é anunciado no baile e entra com uma comitiva: seus aliados, que chegam para confundir o Príncipe. Acompanha-o sua linda filha Odile. Vestida de negro, ela é a própria imagem da rainha dos cisnes e, a todo instante, seduz o Príncipe com seus atributos astuciosos de feminilidade e sensualidade. Enfeitiçado por sua beleza, Siegfried apaixona-se por Odile. Cego de paixão e desejo, não percebe a fugaz aparição do cisne branco, numa tentativa derradeira de alertar o jovem para a cilada montada por Rothbart.

 

Odile conquista o coração de Siegfried que, a pedido do mago, jura amor eterno e fiel ao sedutor cisne negro. É o triunfo de Rothbart: a nova jura de amor anula a promessa feita à Odette, que permanecerá para sempre cativa do sortilégio do feiticeiro. Percebendo-se enganado, Siegfried se desespera e parte em direção ao lago, ao encontro de sua amada Odette.

 

Quarto Ato – Noite no lago

As jovens cisnes, compadecidas da tragédia de Odette, dançam desalentadas em torno de sua rainha. Odette lhes conta que Siegfried quebrou o juramento.  Profundamente pesarosas, elas não acreditam mais em Siegfried e consideram fracassada sua única possibilidade de redenção, restando apenas a resignação e a tristeza.

 

Siegfried, porém, aproxima-se e implora o perdão de Odette por sua traição involuntária ao juramento de amor. Chorando sua sorte, a jovem rainha perdoa o amado. Pressente, no entanto, que seu destino está traçado. Rothbart tenta, com todas as forças que possui, separar os amantes. Animado pela força do amor, o Príncipe Siegfried enfrenta o terrível feiticeiro numa luta mortal, da qual sai vencedor. A magia que mantém cativas aquelas jovens está enfim desfeito.  Logo virá a aurora anunciando um novo dia.

 

Solistas:

 

Claudia Mota: Formada pela Escola Estadual de Dança Maria Olenewa, é Primeira Bailarina do TMRJ desde 2007, protagonizando todo o repertório da Companhia. Com grande destaque em seu país, Claudia representa o Brasil em Galas Internacionais dançando em diversas cidades da Argentina, assim como Paraguai, Cuba, Estados Unidos, Canadá e, recentemente, a convite de Julio Bocca, estrelou a versão de La Bayadère de Natalia Makarova junto ao Ballet Nacional Sodre, em Montevidéu. Recebeu o Prêmio de Melhor Bailarina da América Latina pelo Conselho Latino Americano de Dança e, por seu desempenho artístico e técnico e representatividade no cenário internacional da dança, conquistou o Título de Membro do Conselho Internacional de Dança da Unesco.

 

Cícero Gomes : Formado na Escola Estadual de Dança Maria Olenewa, no Rio, Cícero Gomes tem passagens pela Escola de Dança da Ópera de Vienna e Elmhurst School for Dance by Birminghan Royal Ballet. Seu nome está na Calçada da Fama do Festival de Joinville, onde conquistou prêmio de melhor bailarino em 2005. Trabalhou na Cia. Jovem de Ballet do RJ. Bailarino Solista do Theatro Municipal desde 2007, Cícero é nomeado primeiro bailarino nesta temporada em 2016. Estreou em O Lago dos cisnes, no papel de Bobo da Corte, obtendo sucesso de público e crítica nos papéis principais das temporadas, incluindo Coppélia, O Quebra-Nozes, Don Quixote, Romeu e Julieta, Onegin, L'Arlésienne de Roland Petit e Le Spectre de La Rose, de Fokine. Convidado em Galas de Dança no Brasil e América Latina. Trabalhou com nomes de peso do cenário mundial da dança.

 

Filipe Moreira: Paulistano, iniciou seus estudos de dança clássica no Núcleo de Dança de São Paulo. Em 2003 ingressou no Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, e nesta temporada em 2016 é nomeado primeiro bailarino. Filipe vem se destacando ao dançar todos os primeiros papéis dos balés de repertório da Companhia como O Lago dos cisnes, A Bela Adormecida, O Quebra-Nozes, Raymonda, Coppélia, Giselle, Floresta Amazônica, Onegin, Romeu e Julieta, Carmen e La Bayadère. Filipe é convidado para representar o Ballet do Theatro Municipal e o Brasil em Galas Internacionais. Recentemente apresentou-se na Gala de Miami. Foi reconhecido pela crítica e pelo público como um dos maiores talentos dos últimos tempos, dada a sua virilidade, excelência técnica, física e interpretativa. 

 

Mel Oliveira: Natural de Ourinhos-SP iniciou seus estudos aos sete anos de idade na Escola Municipal de Ourinhos.Em 2009 ingressou no Conservatório Brasileiro de Dança ano em que integrou ao elenco da Cia Brasileira de Ballet, participando de temporadas pelo Brasil, USA, Colômbia, Israel e China.

 

Em 2014 passou a fazer parte do Ballet do Theatro Municipal, ano em que foi promovida Segunda Solista. Atua em galas ao redor do país e em 2017 foi convidada para representar o Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro na gala do Festival Internacional de Miami.

 

 

BIOGRAFIAS

 

Compositor: Pyotr Ilyich Tchaikovsky

Tchaikovsky nasceu na província de Votkinsk, na Rússia, em 7 de maio de 1840. Aprendeu a tocar piano aos cinco anos de idade. Aos sete escrevia poemas em língua francesa. A personalidade frágil fez com que sua governanta o considerasse “uma criança de vidro”. Aos 14 anos perdeu a mãe, sendo afetado por forte depressão e crise nervosa. Estudou Direito e tornou-se funcionário público. Seu gosto pela música, todavia, era maior. Com pouco mais de vinte anos abandonou seu posto no Ministério da Justiça e ingressou no Conservatório de São Petersburgo, onde estudou com o pianista e compositor Anton Rubinstein (1829-94). Em 1866, mudou-se para Moscou e tornou-se professor do conservatório da cidade, consolidando sua reputação, compondo obras orquestrais como os poemas sinfônicos Romeu e Julieta (1869) e Hamlet (1889), a Marcha Eslava (1876), o Capricho Italiano (1880), seis sinfonias, três concertos para piano, um para violino, canções, música coral e de câmara e, dentre outras, as óperas Eugene Onegin (1878), Rainha de Espadas (1890) e Iolanta (1891). São de sua autoria três dos mais importantes balés de todos os tempos: O Lago dos cisnes (1877), A Bela Adormecida (1890) e O Quebra-Nozes (1892). Apesar do sucesso crescente, o temperamento amargurado e a homossexualidade o mantinham sempre em constante tensão. Por ocasião da composição de sua Sinfonia no1, Sonhos de Inverno, chegou a afirmar em carta: "Tenho os nervos completamente em frangalhos. Minha sinfonia não progride. [...] Vou morrer logo, bem o sei, antes mesmo de acabar minha sinfonia. [...] Odeio a humanidade e desejo me retirar para um deserto". Com a esperança de resolver seus problemas emocionais, contraiu um desastroso casamento, que não se consumou, separando-se em pouco tempo. Tchaikovsky faleceu em 6 de novembro de 1893, aos 53 anos, vitimado pela cólera.

 

Coreógrafa: Yelena Pankova

Yelena é russa de nascimento e formada pela Escola Vaganova de Balé em São Petersburgo.  Ainda jovem, foi uma das mais promissoras bailarinas do Kirov, dançando, como convidada, de New York a Sidney e nas maiores capitais da Europa. Estreou em São Petersburgo no papel de Kitri em Don Quixote. Foi escolhida como solista do balé Scoth Symphony, de Balanchine, pela primeira vez dançado na Rússia. A partir de 1990, Yelena passa a dançar como convidada permanente do Kirov, e também em Cincinnati, Florence e no English Ballet de Londres. Foi nomeada ‘Bailarina do Ano’ em Londres em 1992 e, em 1995, em Munique, onde adquiriu um extenso repertório, como Romeu e Julieta e Onegin (J. Cranko), Zakouski e Fearful Summetries (P. Martin), A Dama das Camélias e O Quebra-Nozes (J. Neumeier), Brief Fling (T. Tharp), Black Cake (Hans van Manen), Mozart Piano Concerto (U. Scholz) e Nikiya em La Bayadère, montada por Patrice Bart. Integrou também as seguintes Companhias: Het Nationale Ballet de Amsterdã, Ópera de Bordeaux, Teatro Maximo em Palermo, Carlo Felice em Gênova, Teatro Alla Scalla de Milão, Ballet da Arena di Verona e Hungarian State Ballet em Budapeste.  Em 2005, recebeu o diploma de professora de dança da Escola Vaganova de São Petersburgo. Como Maître de Ballet trabalhou em Maribor, na Eslovênia, em Praga, Seul, Tokyo e Verona. Como coreógrafa, foi responsável pela criação de inúmeros balés, entre os quais se destacam O Corsário, em Kazan - Rússia, Les Sylphides, em Brasília (2005) e Munique (2006), O Lago dos cisnes, para o Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (2006),Papillion, em Praga (2010), Raymonda, em Plzeň, na República Checa (2011), e A Bela Adormecida, em Split, na Croácia (2012). Como bailarina, constam de seu repertório DVDs de O Corsário, La Vivandière, Les Sylphides e Paquita, com o Kirov Ballet, e Black Cake, com o Bayerisches Staatsballett.

 

 

Regência: Tobias Volkmann

Maestro Titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e Principal Regente Convidado da Orquestra Sinfônica Nacional UFF, Tobias Volkmann é um dos destaques da nova geração de regentes orquestrais do Brasil. Desde a conquista dos principais prêmios concedidos no Concurso Internacional de Regência Jorma Panula 2012 na Finlândia e do Prêmio de Público no Festival Musical Olympus de São Petersburgo em 2013, Volkmann vem atraindo atenção para uma carreira internacional em ascensão.

 

Em 2015 estreou na célebre sala Gewandhaus de Leipzig como convidado da temporada oficial do Coro e Orquestra Sinfônica da Rádio MDR. Esteve também à frente da Orquestra Sinfônica do Porto Casa da Música, Sinfônica Estatal do Museu Hermitage, Sinfônica Estatal de São Petersburgo, Sinfônica de Brandemburgo, Orquestra Sinfônica do Chile, Orquestra Sinfônica do SODRE,  Filarmônica de Minas Gerais, Petrobras Sinfônica, Sinfônica do Paraná e Sinfônica de Porto Alegre.

Sua discografia inclui dois CDs de música brasileira gravados om a OSN UFF e Whisper, CD gravado ao vivo na Alemanha com a harpista Cristina Braga e a Sinfônica de Brandemburgo. 

 

O LAGO DOS CISNES

BALLET E ORQUESTRA SINFÔNICA DO THEATRO MUNICIPAL

 

Música – Pyotr Ilyich Tchaikovsky

Coreografia – Yelena Pankova

Com base na criação original de Marius Petipa e Lev Ivanov

Remontagem- Ana Botafogo, Cecilia Kerche e demais ensaiadores do BTM

Regência – Tobias Volkmann

Iluminação - Fabio Retti

 

Papeis principais  – Claudia Mota, Mel Oliveira, Cícero Gomes , Filipe Moreira e Diego Lima

 

Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Diretoras Artísticas – Ana Botafogo e Cecília Kerche

 

Participação especial:

Alunos da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa

Direção da EEDMO– Helio Bejani

 

PATROCINIO

Patrocínio Ouro: Petrobras

Patrocínio Prata: Eletrobras.

Apoio: Livraria da Travessa, Sulamerica Paradiso 

 

Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Praça Floriano s/n° - Centro

 

Dias 29 de outubro e 5 de novembro às 17h 

Dias 31 de outubro e 1, 3 e 8 de novembro às 20h

 

Lotação: 2226 lugares

Duração aproximada: 3h

 

Classificação etária: Livre

 

Preços

Plateia/ Balcão Nobre - R$ 80,00

Balcão Superior -  R$ 60,00

Galeria- R$-30,00

 

A venda na bilheteria e pelo site:

www.ingressorapido.com.br

 

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